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NOSSO FOCO DE ATENÇÃO CONTROLA NOSSA VIDA* – Kare Anderson

Tradução: Ana Paula Doherty

(Obs: Recentemente li este artigo (original) através da indicação de um amigo. Achei muito interessante e importante. Por essa razão, providenciei que fosse traduzido para poder compartilhar com todos que acompanham o blog.)

Alguns anos atrás, executivos da Disneyworld começaram a questionar o que mais chamava a atenção das crianças pequenas e dos bebês nos parques temáticos e nos hotéis em Orlando, na Flórida. Então, contrataram a mim e a um antropologista cultural, para observarmos as crianças enquanto passavam pelo elenco fantasiado, pelos personagens vivos, pelos brinquedos giratórios, pelos petiscos com cheirinho adocicado e pelos brinquedos coloridos. No entanto, depois de observarmos as crianças de perto por algumas horas, percebemos que o que mais chamava a atenção delas não era a mágica evocada pela Disney; em vez disso, eram os telefones celulares dos pais, especialmente quando os pais os usavam.

Aquelas crianças entendiam claramente o que capturava a atenção de seus pais; e queriam aquilo também. Aos olhos delas, os telefones celulares eram sedutores centros de ação do mundo de seus pais. Quando os pais estavam usando os telefones celulares, não estavam dando atenção completa a seus filhos.

Dar atenção total e irrestrita é o ingrediente primordial e mais básico de qualquer relacionamento. É impossível nos comunicarmos, muito menos estabelecermos vínculos, com alguém que não pode ou não quer prestar atenção em nós. Ao mesmo tempo, geralmente não percebemos o quanto aquilo em que focamos controla nossos pensamentos, nossas ações e, de fato, nossa própria vida.

Qualquer que seja nosso foco é ele que ativa nossos neurônios. Por exemplo, de acordo com Marty Seligman, autor de Learned Optimism, pessoas pessimistas vêm os reveses e os acontecimentos tristes da vida como Pessoais (é pior para mim), Obscuros (tudo agora está pior) e Permanentes (será assim para sempre).  Mas, ele descobriu que, através de treinamento, podemos aprender a dar mais atenção aos aspectos positivos das situações de forma a construirmos uma narrativa que possa redimir nossa história de vida. Mudar conscientemente o foco de atenção pode redirecionar o cérebro da orientação negativa para a positiva. “O foco de atenção modela o cérebro.”, diz Rick Hanson no Buddha´s Brain.

Uma vez que a atenção está tão profundamente ligada às conexões básicas do cérebro fica difícil reconhecer nossos próprios padrões de atenção, os padrões que absorvemos desde o nascimento. No entanto, culturas diferentes dão atenção às coisas de forma diferente. Por exemplo, o psicólogo Richard E. Nisbett mostrou uma cena do fundo d´água para alunos nos Estados Unidos e do leste da Ásia. Enquanto os americanos comentaram sobre o peixe grande nadando entre os peixes pequenos, os asiáticos falavam sobre o cenário como um todo, inclusive as plantas e as pedras. Nisbett conclui que os estudantes asiáticos focam nos relacionamentos, ao passo que os ocidentais tendem a ver os objetos isoladamente, em vez da conexão entre eles.

John Higer relatou uma experiência parecida. “Um psicólogo especializado em desenvolvimento mostrou três fotos a algumas crianças – uma vaca, uma galinha e grama. Ele perguntou às crianças americanas quais das duas figuras combinavam. A maioria deles juntou a vaca com a galinha porque ambos eram objetos de um mesmo grupo de animais. As crianças chinesas, por outro lado, juntaram a vaca e a grama, porque “as vacas comem grama”; elas focaram na relação entre os dois objetos, mais do que nos objetos em si.”.

Aqui está a conclusão que cheguei desses dois estudos: primeiro, seja qual for o foco de atenção – ou não – ele tem um enorme efeito na maneira como vemos e como nos sentimos em relação ao mundo. Segundo, é muito mais fácil olharmos nossos próprios padrões de atenção se tivermos tempo para aprender sobre o padrão de outra pessoa.

Como líderes, aquilo em que prestamos atenção não só controla nosso cérebro, mas também dá exemplos às equipes. Mas, como acontece com qualquer recurso limitado, só podemos dar atenção de forma inteligente quando sabemos onde devemos focar. Voltemos ao exemplo da Disney: aqueles pais provavelmente pensavam estar prestando atenção suficiente aos diferentes estímulos da Disneyworld e a seus filhos pequenos. Mas, o comportamento de seus filhos nos revela no que realmente estavam prestando atenção: em seus telefones celulares. A maioria de nós, mesmo sem perceber, provavelmente já se sentiu culpado por dar muita atenção aos nossos celulares, mesmo que isso deixe as pessoas à nossa volta furiosas (como o chefe que nos vê passando e-mails durante uma reunião importante com um cliente ou a esposa ou esposo que nos pega mandando mensagens de texto durante um jantar romântico).

Para aprender sobre seus padrões de atenção, observem o padrão de outra pessoa. A maioria dos palestrantes motivacionais, escritores de autoajuda, terapeutas e farmacologistas incentivam que o foco seja no “eu”. Eles sugerem que olhemos para nosso interior, para nos entendermos e melhorarmos, para termos uma vida melhor e mais feliz. Isso não é errado; é só incompleto. Em vez de apenas perguntar “O que me preocupa mais? Isso faz o mundo parecer mais receptivo ou retroativo?”, peça ajuda a alguém. Seja o melhor ouvinte que a pessoa já teve em meses: esse é o primeiro e mais básico dos ingredientes em qualquer interação. Simplesmente olhar nos olhos com carinho para qualquer pessoa, concordar com a cabeça vez ou outra e reiterar o que acabou de ouvir criará empatia e ativará o sistema de neurônios espelho em ambos.

Dar e receber atenção total e irrestrita, mesmo que por um momento, é o mínimo que uma pessoa pode fazer pela outra, e, às vezes, o máximo. Além disso, dar atenção a alguém não ajuda só o outro; ajuda a nós mesmos, gerando respostas que permitem o ouvinte sentir-se amado, útil e conectado com um mundo mais amplo. Prestar atenção pode ser um esforço individual, mas é também um tipo de argamassa social que mantem os grupos unidos e os ajudam a se sentirem parte de algo maior do que eles próprios. Nem sempre é fácil, mas, com treino, podemos melhorar – até chegarmos ao ponto de nos percebermos mais flexíveis, mais abertos às ideias e mais capazes de ressoar com os outros. Isso, inevitavelmente, nos levará a uma vida mais rica e mais significativa.

Kare Anderson é a cofundadora do Say it Better Center e autora do Getting What you Want e Resolving Conflict Sooner. Antes disso, foi jornalista vencedora do Emmy da NBC e trabalhou para o Wall Street Journal. Siga Kare no Twitter @ kareanderson.

* Tradução do original “What Captures Your Attention Controls Your Life”  – Harvard Business Review, 05 de junho de 2012 – http://blogs.hbr.org/cs/2012/06/what_captures_your_attention_c.html

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JESUS NO IMAGINÁRIO INFANTIL

O universo infantil é fascinante! Me encanto com as pérolas, histórias e hipóteses que eles criam de forma tão natural.

Recebi esse e-mail de uma amiga e achei “divino”. Não só pelas falas das crianças mas por ver o conforto que sentem ao ter fé, ao acreditar em algo superior e que mesmo sozinhas, há algo (alguém) que lhes faz companhia. Independente da religião a fé é muito importante não só para as crianças mas para todos nós. Não adianta nos iludirmos que temos controle sobre tudo que nos acontece. São muitos os riscos que corremos no dia-a-dia, dentro e fora de casa. Se não tivermos uma segurança básica que nos diz que tudo ficará bem, dificilmente teremos forças pra viver e encarar todos os riscos e desafios.

Segue o texto que recebi:

“O jornal italiano Corriere della Sera publicou em sua edição eletrônica de fim de semana uma enquete muito divertida. Trata-se de opinar sobre o relacionamento das crianças italianas com o Menino Jesus. Os leitores deveriam escolher entre frases tiradas do livro: ‘Cari Gesù: la giraffa la volevi proprio così o è stato un incidente?’ (Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?), lançado pela editora Sonzogno. É uma amostra do que eles costumam escrever nas redações de escola, nas aulas de catecismo e em bilhetinhos de final de ano.

Na Itália, o Papai Noel não toma conta do imaginário infantil e Gesù Bambino [e um poderoso concorrente do velhinho nórdico. Escolha você também sua frase preferida.

  • “Querido Menino Jesus, todos os meus colegas da escola escrevem para o Papai Noel, mas eu não confio naquele lá. Prefiro você!” (Sara)
  • “Querido Menino Jesus, obrigado pelo irmãozinho, mas na verdade eu tinha rezado pra ganhar um cachorro.” (Gianluca)
  • “Querido Jesus, por que você não está inventando nenhum animal novo nos últimos tempos? A gente vê sempre os mesmos.” (Laura)
  • “Querido Jesus, por favor, ponha um pouco mais de férias entre Natal e Páscoa. No meio, agora está sem nada.” (Marco)
  • “Querido Jesus, o padre Mário é seu amigo ou você conhece ele só do trabalho?” (Antonio)
  • “Querido Menino Jesus, por gentileza, mande-me um cachorrinho. Eu nunca pedi nada antes, pode conferir.” (Bruno)
  • “Querido Jesus, talvez Caim e Abel não de matassem se tivessem um quarto para cada um. Com meu irmão funciona.” (Lorenzo)
  • “Querido Jesus, eu gosto muito do padre-nosso. Você escreveu tudo de uma só vez, ou você teve que ficar apagando? Qualquer coisa que eu escrevo eu tenho que refazer um monte de vezes.” (Franco)
  • “Querido Jesus, nós estudamos na escola que Thomas Edison inventou a luz. Mas no catecismo dizem que foi você. Pra mim ele roubou a sua idéia.” (Daria)
  • “Querido Jesus, em vez de você fazer as pessoas morrerem e aí criar pessoas novas, por que você não fica com as que já tem?” (Marcello)
  • Querido Jesus, você é invisível mesmo ou é só um truque?” (Giovanni)”

Pra complementar o texto do e-mail, meu pequeno de 5 anos, viu o que eu estava fazendo e falou:

  • “Já que o Deus está vendo, posso fazer uma pergunta também? Por que ele criou tantos planetas se a gente não pode ir neles? Por quê? Eu não entendo!” (Ricardo)

Veja se seus filhos e/ou sobrinho têm também perguntas para o Menino Jesus e coloquem nos comentários.

Obs: Um agradecimento especial a minha amiga Rita de Cássia Semeghini por ter enviado esse lindo e-mail.

All I Need to Know About Life I Learned from My Son (Daughter)

Click by Natércia Tiba

o    If you don’t know what it is, put it in your mouth.

o    It’s great to be the center of attention.

o    Make sure everyone’s watching before you take any really big steps.

o    Sometimes a hug is all you need.

o    If you love it, drool on it.

o    It’s okay to need help to stand on your own two feet.

o    Take a lot of naps.

o    There’s nothing wrong with putting your foot in your mouth.

o    Spit Happens.

o    Love is all you need.

o    Who needs hair and teeth anyway?

o    Laugh a lot.

o    The world is an amazing place.

o    You’re never too old to need a good cry.

o    Everyone needs a blankie now and then.

o    Someone should drop everything the minute you cry.

o    Always listen to your mom and dad.

o    And remember, there’s something new to learn everyday.

 

Special Thanks to: Maurício, my husband, who have sent me this lovely text by e-mail and Rafaella, my lovely and sweet godaughter.

AGORA SOMOS DOIS (autora desconhecida)

“Agora eu sou dois. Meu corpo muda tanto que meus órgãos parecem querer ir embora.A fome   vem com jeito de enjôo. A felicidade vem com vontade  de ficar quieta.

Shiii. Silêncio.

Eu, imóvel tentando ouvir você crescer em mim. Eu, com medo, tentando sentir que está tudo     bem. Tentando pensar que sou um bom ninho. Ou casulo. Ou casa. E você sugando as      minhas forças, meu humor, meu sentido de realidade para fazer crescer a pele que vamos    acariciar, a boca que vamos alimentar, os olhos que vão ver o mundo de um jeito que vamos ter  que ensinar.

Penso em Deus.

Penso em Deus porque não poderia acreditar que posso fazer isso sozinha. Seria poder demais,  responsabilidade demais, força demais para um ser humano.

Ser humana.

Me sinto mais mulher do que nunca. Não super mulher, não confundam. Me sinto mulher inteira e de verdade, mas pequenininha diante de tudo que vai acontecer. De tudo que vai mudar. Das coisas que não vou ser capaz de mudar.

Um coração batendo dentro de mim e não é o meu.

Choro e entendo. Entendo que os homens não poderiam gerar uma vida porque se sentiriam magnânimos, capazes de tudo. Enquanto eu mal me sinto capaz de levantar da cama, de comer os legumes que te fazem bem, de não comer o chocolate que te faz mal.

Mal me sinto capaz de escrever porque sei que não vou encontrar as palavras certas. Não vou organizá-las na ordem correta. Não vou fazer quem lê estas linhas entender tudo o que eu sinto. Um turbilhão em câmera lenta dentro do meu coração, como se o furacão tivesse a noção de que na velocidade normal te acordaria, te incomodaria, te assustaria.

Shiii. Silêncio.

Agora eu sou dois e cada passo, cada pensamento, cada alimento interferem em você. Quero ser só amor, mas sou humana e volto a pensar em Deus.

Também penso em nós dois, eu e você, meu maridinho. Que me amava desde que eu era só um. Que me amou tanto que me fez dois. Que me ama muito agora, meio feliz, meio desconfiado, meio com medo de quando seremos três… Na verdade cinco, com os cãozinhos de pernas curtas que nos fizeram sentir uma família pela primeira vez .

Seremos cinco, nunca tão felizes como um comercial de Margarina. Aquela felicidade falsa, insossa, pasteurizada. Teremos a nossa felicidade inconstante, recheada de incertezas. Se tivéssemos certeza, não seria preciso acreditar. E enquanto acreditamos na mesma coisa – nós dois, nós três, nós cinco – mesmo nos dias tristes, eu vou saber que sou feliz. Shiii. Silêncio.

Agora eu sou dois.

Em breve seremos três. Tenho medo de nunca mais ser só eu. Mas tenho mais medo ainda de ser qualquer coisa menos do que nós, juntos.”

OBSERVAÇÃO: Este texto foi retirado do blog de uma amiga muito querida, Mariana Nobre, que está grávida. Infelizmente não temos a autoria deste lindo texto. Se alguém souber ou localizar, por favor, deixe nos comentários. Obrigada Mari!

All I need to know about life I learned from Santa Claus

  • Encourage people to believe in you;
  • Always remember who´s naughty and who´s nice;
  • Don´t pout;
  • It´s as much fun to give as it is to receive;
  • Some days it´s ok to feel a little chubby;
  • Make your presents known;
  • Always ask for a little bit more than what you really want;
  • Bright red can make anyone look good;
  • Wear a wide belt and no one will notice how many pounds you´ve gained;
  • If you only show up once a year, everyone will think you´re very important;
  • Whenever you´re at a loss for words, say: “HO, HO, HO!”

            Merry Christmas and big smile!

PS: Text from an e-mail sent by Maurício Machado 

 

VIVER – Luís Fernando Veríssimo

“Acho a maior graça.

Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema,  qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere…

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem. Dormir me deixa 0 km. Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha. Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.

Brigar me provoca arritmia cardíaca. Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago. Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano. E telejornais… os médicos deveriam proibir – como doem!

Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem; você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada. Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde. E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou  mussarela que previna. Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.

Conversa é melhor do que piada. Exercício é melhor do que cirurgia.  Humor é melhor do que rancor. Amigos são melhores do que gente influente.  Economia é melhor do que dívida. Pergunta é melhor do que dúvida.

Sonhar é melhor do que nada

 

 

 

Diferença entre 1o filho e os demais

(Texto recebido por e-mail pela amiga Blanche, autor desconhecido)
Sutis diferenças entre um irmão e outro…
Irmãos mais velhos têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso
do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados. Já
os caçulas penam para achar fotos do primeiro aniversário e mal sabem a
circunstâncias em que chegaram na família.
É disso que fala o texto a seguir:
 

O que vestir
1º bebê: Você começa a usar roupas para grávidas assim que o exame dá positivo
2º bebê: Você usa as roupas normais o máximo que puder;
3ºbebê:  As roupas para grávidas SÃO suas roupas normais.

 
Preparação para o nascimento
1º bebê: Você faz exercícios de respiração religiosamente;
2º bebê: Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram;
3ºbebê: Você pede a anestesia peridural no oitavo mês.
 
O guarda-roupas
1º bebê: Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta;
2º bebê: Você vê se as roupas estão limpas e só descartas aquelas com manchas escuras;
3º bebê: Meninos podem usar rosa , né?
 
Preocupações
1º bebê: Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo;
2º bebê: Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho;
3º bebê: Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço.
 
A chupeta
1º bebê: Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la;
2º bebê: Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê;
3º bebê: Se a chupeta cair no chão, você limpa na camiseta e dá novamente ao bebê;
 
Troca de fraldas
1º bebê: Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas;
2º bebê: Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário;
3º bebê: Você tenta trocar a fralda antes que as outras crianças reclamem do mau cheiro.
 
Atividades
1º bebê: Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês, teatro, contação de história…
2º bebê: Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês;
3º bebê: Você leva seu filho para o supermercado, padaria, feira livre…
 
Saídas
1º bebê: A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa para saber se ele está bem;
2º bebê: Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone de onde vai estar;
3º bebê: Você manda a babá ligar só se ela ver sangue.
 
Em casa
1º bebê: Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê;
2º bebê: Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, beliscando ou batendo no bebê;
3º bebê: Você passa um tempinho se escondendo das crianças.
 
Engolindo moedas
1º bebê: Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x;
2º bebê: Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair;
3º bebê: Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.
 
Bebendo água
1º bebê: Quando o primeiro filho bebe água do vaso sanitário, você se descabela, liga para o médico, sai correndo para o pronto-socorro e pede uma lavagem intestinal;
2º bebê: Quando o segundo filho bebe água do vaso sanitário, você fica de olho para ver se não vai dar disenteria;
3º bebê: Quando o terceiro filho bebê água do vaso sanitário, você enxuga sua boquinha e fala pra ele ir brincar.
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