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“Situações cotidianas que nossos filhos enfrentam, o que fazer?”

Entrevista no Programa Vida Melhor, na Rede Vida de Televisão em Fevereiro de 2012.

Espero que gostem!

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Natal em 2012: facilidades e complexidade. O Papai Noel que se cuide!

Foi-se o tempo de “Eu quero a minha Caloi!”

Hoje em dia os pedidos das crianças muitas vezes mostram aos pais (e ao Papai Noel) como o mundo tem caminhado rápido.

Meu filho de 7 anos me entregou um bilhete e pediu que repassasse para o Papai Noel. Ele havia comentado que queria um cartão de crédito como presente de Natal. Se tiver com milhas, melhor ainda. Convencido de que não seria possível, escolheu outras coisas (que certamente compraria com o cartão).

Ao me entregar esclareceu alguns pontos: “Mãe, você pode fotografar com iPhone e mandar por e-mail. Ele deve ter também um canal no YouTube, você pode comentar no último video dele e escrever o que eu quero. Só estou preocupado com uma coisa. No bilhete desenhei ele meio gordinho? Será que ele vai ficar chateado?” .

Para o Papai Noel

Primeiro fiquei olhando pra ele pensando que ele tem um canal de comunicação bem mais moderno que eu com o Papai Noel. Depois fiquei intrigada com a preocupação dele. Acho que o bom velhinho nunca se incomodou em ser gordinho, mas agora… vai que pensa que é Bullying! Ninguém quer chateá-lo. Se bem que, nos dias de hoje, com a ditadura da magreza, talvez ele até queira fazer uma dessas dietas malucas. Sem cookies e panetone para ele esse ano!

Preocupada em fazer a minha parte, quis esclarecer o que eram aqueles pedidos para o Papai Noel. Não saberia explicar pra ele. Na minha hora de almoço, entre uma consulta e outra, vejo que meu filho está on-line no Skype. Ligo e ele atende feliz da vida. Pergunto o que são aqueles nomes e ele explica com calma: “Personagens do jogo Skylander, mas são os Giants”. Ok, continuo não entendendo bem mas com informações suficientes para procurar no Google (o Papai Noel também deve usá-lo muito nos dias de hoje).

Vendo minha expressão de interrogação, ele diz: “Fique conectada mãe, que vou colocar no site deles e compartilho a tela!”. Feito! Estou expert em Skylander!

Enquanto estávamos no Skype, meu filho de 11 anos, que estava ao lado avisa: “Chegou um e-mail do Papai Noel!”.  Através do Skype acompanhei o exato momento em que abriram o link do video enviado pelo Papai Noel com uma linda mensagem (e com uma ‘ajudinha’ da mamãe que madrugou pra providenciar as informações necessárias. Ah! Esse fuso do Pólo Norte acaba comigo!).

Pela tela do computador vi de camarote a reação dos filhos ao ver o video. Impagável! Não substitui um beijo e um abraço apertado claro, mas pude acompanhar em tempo real a chegada do e-mail do Papai Noel.

A complexidade do pedido e as facilidades da modernidade.

Agora falta o Papai Noel colocar rodinhas nos pés para ir atrás do pedido. Mas tudo bem, já ele está mesmo querendo perder uns quilinhos! Já eu… só relaxar… ou será que devo ajudar o bom velhinho?

Feliz Natal a todos! Muito amor e abraços aos que estão perto e muito Skype e carinho com os que estão longe.

 

“COMO EXTRAIR O MELHOR DE NOSSOS FILHOS” – Programa Vida Melhor, Rede Vida

Uma entrevista com Natércia Tiba por Cláudia Tenório no Programa Vida Melhor, na Rede Vida de Televisão.

O tema: “Como extrair o melhor dos nossos filhos”.

NOSSO FOCO DE ATENÇÃO CONTROLA NOSSA VIDA* – Kare Anderson

Tradução: Ana Paula Doherty

(Obs: Recentemente li este artigo (original) através da indicação de um amigo. Achei muito interessante e importante. Por essa razão, providenciei que fosse traduzido para poder compartilhar com todos que acompanham o blog.)

Alguns anos atrás, executivos da Disneyworld começaram a questionar o que mais chamava a atenção das crianças pequenas e dos bebês nos parques temáticos e nos hotéis em Orlando, na Flórida. Então, contrataram a mim e a um antropologista cultural, para observarmos as crianças enquanto passavam pelo elenco fantasiado, pelos personagens vivos, pelos brinquedos giratórios, pelos petiscos com cheirinho adocicado e pelos brinquedos coloridos. No entanto, depois de observarmos as crianças de perto por algumas horas, percebemos que o que mais chamava a atenção delas não era a mágica evocada pela Disney; em vez disso, eram os telefones celulares dos pais, especialmente quando os pais os usavam.

Aquelas crianças entendiam claramente o que capturava a atenção de seus pais; e queriam aquilo também. Aos olhos delas, os telefones celulares eram sedutores centros de ação do mundo de seus pais. Quando os pais estavam usando os telefones celulares, não estavam dando atenção completa a seus filhos.

Dar atenção total e irrestrita é o ingrediente primordial e mais básico de qualquer relacionamento. É impossível nos comunicarmos, muito menos estabelecermos vínculos, com alguém que não pode ou não quer prestar atenção em nós. Ao mesmo tempo, geralmente não percebemos o quanto aquilo em que focamos controla nossos pensamentos, nossas ações e, de fato, nossa própria vida.

Qualquer que seja nosso foco é ele que ativa nossos neurônios. Por exemplo, de acordo com Marty Seligman, autor de Learned Optimism, pessoas pessimistas vêm os reveses e os acontecimentos tristes da vida como Pessoais (é pior para mim), Obscuros (tudo agora está pior) e Permanentes (será assim para sempre).  Mas, ele descobriu que, através de treinamento, podemos aprender a dar mais atenção aos aspectos positivos das situações de forma a construirmos uma narrativa que possa redimir nossa história de vida. Mudar conscientemente o foco de atenção pode redirecionar o cérebro da orientação negativa para a positiva. “O foco de atenção modela o cérebro.”, diz Rick Hanson no Buddha´s Brain.

Uma vez que a atenção está tão profundamente ligada às conexões básicas do cérebro fica difícil reconhecer nossos próprios padrões de atenção, os padrões que absorvemos desde o nascimento. No entanto, culturas diferentes dão atenção às coisas de forma diferente. Por exemplo, o psicólogo Richard E. Nisbett mostrou uma cena do fundo d´água para alunos nos Estados Unidos e do leste da Ásia. Enquanto os americanos comentaram sobre o peixe grande nadando entre os peixes pequenos, os asiáticos falavam sobre o cenário como um todo, inclusive as plantas e as pedras. Nisbett conclui que os estudantes asiáticos focam nos relacionamentos, ao passo que os ocidentais tendem a ver os objetos isoladamente, em vez da conexão entre eles.

John Higer relatou uma experiência parecida. “Um psicólogo especializado em desenvolvimento mostrou três fotos a algumas crianças – uma vaca, uma galinha e grama. Ele perguntou às crianças americanas quais das duas figuras combinavam. A maioria deles juntou a vaca com a galinha porque ambos eram objetos de um mesmo grupo de animais. As crianças chinesas, por outro lado, juntaram a vaca e a grama, porque “as vacas comem grama”; elas focaram na relação entre os dois objetos, mais do que nos objetos em si.”.

Aqui está a conclusão que cheguei desses dois estudos: primeiro, seja qual for o foco de atenção – ou não – ele tem um enorme efeito na maneira como vemos e como nos sentimos em relação ao mundo. Segundo, é muito mais fácil olharmos nossos próprios padrões de atenção se tivermos tempo para aprender sobre o padrão de outra pessoa.

Como líderes, aquilo em que prestamos atenção não só controla nosso cérebro, mas também dá exemplos às equipes. Mas, como acontece com qualquer recurso limitado, só podemos dar atenção de forma inteligente quando sabemos onde devemos focar. Voltemos ao exemplo da Disney: aqueles pais provavelmente pensavam estar prestando atenção suficiente aos diferentes estímulos da Disneyworld e a seus filhos pequenos. Mas, o comportamento de seus filhos nos revela no que realmente estavam prestando atenção: em seus telefones celulares. A maioria de nós, mesmo sem perceber, provavelmente já se sentiu culpado por dar muita atenção aos nossos celulares, mesmo que isso deixe as pessoas à nossa volta furiosas (como o chefe que nos vê passando e-mails durante uma reunião importante com um cliente ou a esposa ou esposo que nos pega mandando mensagens de texto durante um jantar romântico).

Para aprender sobre seus padrões de atenção, observem o padrão de outra pessoa. A maioria dos palestrantes motivacionais, escritores de autoajuda, terapeutas e farmacologistas incentivam que o foco seja no “eu”. Eles sugerem que olhemos para nosso interior, para nos entendermos e melhorarmos, para termos uma vida melhor e mais feliz. Isso não é errado; é só incompleto. Em vez de apenas perguntar “O que me preocupa mais? Isso faz o mundo parecer mais receptivo ou retroativo?”, peça ajuda a alguém. Seja o melhor ouvinte que a pessoa já teve em meses: esse é o primeiro e mais básico dos ingredientes em qualquer interação. Simplesmente olhar nos olhos com carinho para qualquer pessoa, concordar com a cabeça vez ou outra e reiterar o que acabou de ouvir criará empatia e ativará o sistema de neurônios espelho em ambos.

Dar e receber atenção total e irrestrita, mesmo que por um momento, é o mínimo que uma pessoa pode fazer pela outra, e, às vezes, o máximo. Além disso, dar atenção a alguém não ajuda só o outro; ajuda a nós mesmos, gerando respostas que permitem o ouvinte sentir-se amado, útil e conectado com um mundo mais amplo. Prestar atenção pode ser um esforço individual, mas é também um tipo de argamassa social que mantem os grupos unidos e os ajudam a se sentirem parte de algo maior do que eles próprios. Nem sempre é fácil, mas, com treino, podemos melhorar – até chegarmos ao ponto de nos percebermos mais flexíveis, mais abertos às ideias e mais capazes de ressoar com os outros. Isso, inevitavelmente, nos levará a uma vida mais rica e mais significativa.

Kare Anderson é a cofundadora do Say it Better Center e autora do Getting What you Want e Resolving Conflict Sooner. Antes disso, foi jornalista vencedora do Emmy da NBC e trabalhou para o Wall Street Journal. Siga Kare no Twitter @ kareanderson.

* Tradução do original “What Captures Your Attention Controls Your Life”  – Harvard Business Review, 05 de junho de 2012 – http://blogs.hbr.org/cs/2012/06/what_captures_your_attention_c.html

Link

OS PAIS DO CINEMA com Rubens Ewald Filho e Natércia Tiba – Revista Viva s/a

OS PAIS DO CINEMA – Revista Viva s/a

O crítico de cinema Rubens Ewald Filho fala sobre os pais marcantes da telona e a psicoterapeuta familiar Natércia Tiba traça um paralelo sobre o perfil de cada um deles.

 

Uma matéria descontraída (pag.49 da revista) que descreve alguns tipos de pais presentes e filmes e que reflete sobre o perfil de cada um:

“Uma babá quase perfeita” – Pai maternal

“O pai da noiva” – Pai superprotetor

“Série American Pie” – Pai Tradicional

“À procura da felicidade” – Pai herói

“Os seus, os meus e os nossos” – Pai de família reestruturada

“Tão longe tão perto” – Pai motivador

“O mentiroso” – Pai recreativo

 

“Relacionamento PAIS e FILHOS” – Entrevista para Nestlé com você – RedeTV

Bate papo com Fabrizio Fasano Junior sobre relacionamento pais e filhos, no Programa Nestlé com Você, na RedeTV.

Espero que gostem!

Abs

Natércia

http://www.redetv.com.br/nestlecomvoce/video/273893/natercia-tiba-fala-sobre-a-relacao-entre-pais-e-filhos.html

Alguns ‘feedbacks’ do livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba

Olá pessoal,

O “Mulher sem Script” é meu primeiro livro “solo”. A maneira como foi escrita foi muito mais pela emoção do que pela razão. Mesmo que todos os textos tenham fundamentos de psicologia com o objetivo de levar à reflexões, sinto que é uma produção um tanto “visceral”. Mesmo tendo passado por revisão crítica (e por uma pessoa sensacional, a publisher Sandra Espilotro), os retornos que têm chegado por e-mail, facebook e twitter têm me emocionado muito e me confirmam que valeu a pena ter escrito e lançado o livro.

Agradeço à todos os leitores e como representantes daqueles que têm escrito, escolhi alguns.

Quem faz o livro é o leitor e quando vejo as palavras que escrevi ecoarem nas pessoas, minha emoção é indescritível. Aos poucos irei acrescentando mais feedbacks. Fiquem à vontade de escrever nos comentários ou me mandar por outras vias. Não só os elogios, mas as críticas são também bem vindas (pois, quando construtivas favorecem o crescimento e aprimoramento).

Abraço carinhoso

Natércia

Agradeço especialmente: Vanessa Valle, Valeria Jacobi, Claudia Finatti, Luciana Jensen, Marta Porto, Ana Cecília Foster e Izabel Possatto, Thais Helena Belvisi e Fernanda Bispo Souza.

MAIO/2012

VANESSA VALLE“Tiça, que leitura mais prazerosa você nos proporcionou com “Mulher sem Script”, acredita que assim que terminei voltei para o prefácio (que obviamente me fez chorar na primeira leitura) e o texto “Mulher sem Script” que é simplesmente lindo, seu auto-retrato por escrito e em parte, o retrato de muitas de nós mulheres. Cada história abordando temas do seu cotidiano, desde a infância com uma sensibilidade especial. Foi como conversar com você e te conhecer melhor. Algumas horas tinha vontade de responder, como se você pudesse me ouvir, e eu pensava: “Nossa, me sinto assim também!”. E essa identificação fez com que eu sentisse mais humana, mais normal, mais mulher, porque todas temos os mesmos dilemas como mãe, filha, esposa, profissional. Agora somos amigas, não posso ser sua paciente, mas sorte também daqueles que o são, pois o amor e o carinho que dedica a eles é admirável. Aproveito para parabenizá-la não só pelo livro, mas pela mulher que é, que traz uma herança fantástica e que preserva os valores de respeito e sobretudo de amor. Ah! Descobri que além de TPM, tenho TPMR. Morri de rir.”

LUCIANA JENSEN: “Seu livro “Mulher sem Script” é maravilhoso! Incrível como vou viajando enquanto leio. Parece que cada hora revivo uma parte da minha história: como mulher, mãe, filha, irmã, amiga, profissional, esposa… Obrigada por me dar esse presente! Um beijo especial.”

MARTA PORTO: “Já dei uma lida em algumas partes do livro… Ela valoriza muito as pessoas que estão ao seu redor. Ela levanta a auto-estima e isso valoriza muito as relações de famílias e amigos. Vou continuar lendo pois tenho muito a aprender. É uma verdadeira lição de amor ao próximo. Beijos.”

ANA CECÍLIA FORSTER: Natercinha, acabei de ler “Mulher sem Script” na semana passada. Demorei a me comunicar porque anda estou sensibilizada. Através de uma linguagem clara, simples, você atraiu a leitora, eu, e estabeleceu-se um ‘nós’ de que você fala. E aí, pouco a pouco, a profundidade de seus comentários me fez lembrar daquela menininha nossa companheira de Pueri e admirar a maturidade da sua visão de vida, de seu profissionalismo e amor à família. “Miçangas”, Natércia, são a metáfora mais linda que aprendi para estabelecer relação com ‘pessoas’: delicadeza, diferenças, cores, tamanho, exterior e interior de ambas. E você colocou-as ao sol para que ele as iluminasse e o brilho delas – pessoas e miçangas – pudesse refletir o que havia também em seu interior. Quanta beleza e humanidade nessa comparação. Com toda minha admiração e carinho.”

CLAUDIA FINATTI: “Seu livro tem sido meu livro de cabeceira e tenho ficado muito envolvida com as leituras. Em cada capítulo eu encontro saberes com os quais me identifico ou reflito para minhas vivências em casa, com meus alunos e como mulher). Espero que tenha muitas outras metáforas para nos oferecer com sua sabedoria. Com carinho.”

VALERIA JACOBI: “Queria te contar que ler o seu livro foi uma experiência fascinante, principalmente porque é a primeira vez que leio o livro de alguém que conheço todos que você menciona no livro, na vida real. A maneira como você escreve suave e divertidíssima de ler, adorei você vendo as coisas através dos olhos do Simba, me identifiquei com tantas situações, a contaminação de relações pela proximidade, a falta de paciência, adorei o ‘sincericídio’! Os ‘to do list’, parecia que você falava de mim… a reorganização em momentos de crise, me fizeram refletir um montão de coisas, a história da menina e suas miçangas, um olhar ‘totalmente de psico’ que não tinha nem pensado quando você diz que não poderia colocar os colares, apenas tocá-los, me vez pensar em fiversas ‘invasões’ que fazemos sem pensar… Chorei de rir com a estória do mosquito, que é totalmente real. No avião me olhavam porque eu não parava de rir… Adorei a parte do Natal e conhecer mais sobre você e sua família abençoada sobre a herança genética maravilhosa. Amei ler teu livro, foi uma delícia, espero que seja o primeiro de muitos. Parabéns! Beijos.”

IZABEL POSSATTO: “Natércia, seu livro é de uma delicadeza, precisão, visão e sensibilidade pontuais e únicas!!! Amei tudo! Há tempos não sentia um tão grande com textos e palavras. Já comprei vários livros de presente para amigas! Beijos.”

JUNHO/2012

THAIS HELENA BELVISI: “Ao ler ‘Mulher sem Script’ entrei em contato com muitos sentimentos que quase nunca visito… ou por falta de tempo ou por achar trabalhoso… ou até mesmo porque quando assim eu faço, me emociono… ao ler esse livro, comecei junto com a Natércia reviver e repensar momentos marcantes da vida e também entendi o quanto é importante eu estar atenta a pequenos detalhes da vida! A forma como Natércia escreve é doce e de total empatia… dei risadas… emocionei! Muito obrigada Natércia por esse presente a todos nós! Vc merece todo sucesso!”

FERNANDA BISPO SOUZA: “Livro maravilhoso… envolvente da primeira até a última página… tive a sensação de estar no meio de uma adorável conversa!!! Simplesmente maravilhoso!!! Livro inspirado e ao mesmo tempo inspirador!!! Parabéns!!!”

ROSANA CORRÊA: via Twitter

(1) Lendo “Mulher sem Script” me rendi nas primeiras palavras porque me vi refletida nele. Não seguir script gera choques, mas vale o preço.

(2) Não há palavras para descrever o que senti desde o início da leitura. Chorei no agradecimento e no prefácio.

(3) Chorei vendo você falando do Avô Chico, porque me lembrei do meu. As palavras do seu pai (não sabia que era filha dele) me fizeram admirá-lo mais e mais.

(4) Totalmente encantada com o livro e emocionada. Obrigada por ter dado vida à “Mulher sem Script”.

(5) Obrigada Natércia, em nome de uma geração que tenta se encontrar como ser humano e mulher no século XXI.

 (6) Não liguei o Tiba ao Içami, mas estou muito feliz que seja filha dele, sabe por que? Os livros do Içami ganharam nova vida para mim. Você é a prova viva de que ele não vive de teorias, mas as coloca em prática.

(7) A cada palavra que leio no “Mulher sem Script” te admiro mais e vejo que o amor e a educação são a base para florescer um grande ser humano.

(8) Creio que várias mulheres se sentiram da mesma forma que eu, amiga! Sua missão está cumprida, já “alterou” uma vida, a minha!

 

ALESSANDRA GURGEL:  via blog “A Vida Como a Vida Quer” de Sam Shiraishi: “Sam! Lendo alguns trechos do livro pelo Twitter, já foi um grande motivador para comprá-lo. Fiquei emocionada ao ler a entrevista e me identificar com vocês duas! Rsrsrs! Sim, você e a Natércia. Além de serem mães como eu, repensarem a vida, amarem a família, são duas pessoas sensíveis que compartilham o que a vida tem de melhor: a amizade, o amor, energias positivas! Estenda o meu abraço e parabéns pelo lançamento e um grande beijo à você!”

ADRIANA QUEIROZ: via e-mail –  “Natércia, acabei de ganhar, do meu namorado, o seu livro como presente. Ele viu o livro, achou que o título era “minha cara” e abriu pra saber se era mesmo. Então, como nada é por acaso, abriu bem na crônica “Mulher sem Script” e disse que me viu ali, em todas as suas definições. Na hora que me presenteou, contou essa história e me pediu pra ler, naquele momento, este trecho do livro. Óbvio que me emocionei, que me identifiquei. Sabia que ia devorar o livro… tal como as conchas para seus filhos, sinto que ganhei um grande presente da vida. Muito obrigada! Que venham muitos e muitos livros!”

JULHO/2012

SCHIRLEY OSÓRIO – via Facebook – “Oi Natércia, td bem? Nossa querida amiga Mara me trouxe ontem um presente q AMEI!!! Adivinhe? O teu livro, “mulher sem script”. Quero q saiba q fui dar só uma olhadinha ontem antes de dormir, pois já era muito tarde, mas essa olhadinha me levou até a página 66 e só parei pq era mesmo muuuito tarde, senão iria até o fim. Leitura maravilhosa, me identifiquei a cada momento!!! Hj já falei pra Mara, q tô ansiosa pra ir pra cama pra voltar a “saborear” essa leitura!!! Parabéns, vc é uma pessoa encantadora! Vou falar muito sobre esse livro pras minhas amigas, assim como a Mara vem fazendo. Bjos querida e muito sucesso!”

 

Conforme os feedbacks forem chegando, vou acrescentando. Até! 🙂

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